#ajudevivi: garota de 2 anos com leucemia precisa de transplante de medula

Qualquer pessoa entre 18 e 55 anos está apta para ser doadora, desde que esteja saudável. Os interessados em ajudar devem procurar o Hemoba, no Hospital do Oeste (HO), em Barreiras

 

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Da Redação com informações do Correio Braziliense

A família da pequena Vivian Cunha, de 2 anos, que luta contra uma leucemia e precisa de um transplante de medula óssea faz uma campanha para conseguir um doador compatível para a criança. De acordo com informações divulgadas no Correio Brasiliense, as chances de encontrar um doador compatível são pequenas — de uma em 100 mil —, no entanto parentes e amigos da família fazem apelo para salvar a vida da garota.

Vivian, natural de Brasília/DF, onde mora com os pais é descendente de famílias tradicionais de Riachão das Neves e Barreiras, no Oeste da Bahia.

A leucemia transformou a vida da família de Vivian. Eles moravam no Canadá e estavam de férias no Brasil quando os médicos diagnosticaram a doença. Ela começou o tratamento aqui e os pais decidiram ficar no Distrito Federal, onde vive a família de Fabiana Lima Cunha, 31, mãe da criança. Era outubro de 2013. Na época, Vivi estava pálida, febril, com a barriga inchada, tinha dificuldade para comer e diarreia. “Ela passou um ano e meio em tratamento. Manteve-se feliz na maioria dos dias. As poucas vezes em que ficou abatida, não sofreu com enjoos.

Internada no Hospital da Criança de Brasília José de Alencar, Vivi, como é chamada carinhosamente por todos, encontra forças para brincar, fazer amigos e até teimar com a mãe vez ou outra.

Diante do diagnóstico, o próximo passo é receber mais um ciclo de quimioterapia como o objetivo de preparar o corpo da criança para um transplante — única chance de ela se livrar da doença.

Esperança

O número de voluntários para doação de médula óssea no DF está abaixo do recomendado pelo Ministério da Saúde. A média de inscritos no ano passado foi de 3,9 mil — 5,1 mil a menos que os 9 mil recomendados pela pasta.

Segundo orientações do Inca, qualquer pessoa entre 18 e 55 anos está apta para ser doadora, desde que esteja saudável (não ter doença contagiosa ou incapacitante). Os interessados devem procurar o Hemoba no Hospital do Oeste (HO), em Barreiras para doar. Em Brasília, isso pode ser feito na Fundação Hemocentro de Brasília (FHB), no começo da Asa Norte. Voluntários preenchem um cadastro e têm o sangue coletado para determinar características genéticas que sejam compatíveis com as do receptor. Esses dados são armazenados em um sistema informatizado que cruza os dados de voluntários e pacientes.


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