Banco do Brasil de Barra: Desrespeito e descaso geram revolta a população

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Jayme Modesto

De acordo com o  Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a cidade da Barra está com aproximadamente 53 mil habitantes. O que isso tem haver com a matéria? Então vamos lá.

O Banco do Brasil foi implantado no município, ainda na década de 40, é claro que no decorrer destes anos a população e a demanda aumentaram e muito, entretanto, a verdadeira mudança para atender as necessidades da população que só faz crescer, ainda se espera acontecer.

Por incrível que pareça o Banco do Brasil regrediu ao longo desse tempo, afirmam os clientes. Hoje a população sofre nas gigantescas filas a espera de um atendimento eficaz.  Quando o dinheiro não acaba, o terminal automático quebra ou interrompe o serviço. Aparece uma informação que diz: “Atenção!  Terminais com problemas na comunicação”.

DSCN2748Para penalizar ainda mais a população, desta vez a agência do Banco do Brasil de Barra, tomou a decisão ainda mais revoltante, encerrando todos os serviços nos terminas automáticos às 16h, mesmo que tenham mais de 300 pessoas nas filas como constatou a equipe de reportagem do Jornal Gazeta do Oeste, no dia 25 de março. O gerente não estava no momento e um funcionário limitou-se apenas em dizer, que era uma norma da direção do Bando do Brasil.

A agência reabre no dia seguinte às 8h, porém, o dinheiro nos terminais eletrônicos só a partir das 10h, deixando a população revoltada sem poder cumprir com seus compromissos.

Um senhor que não quis se identificar criticou o atendimento e falou ser falta de respeito com o cidadão. “O Banco do Brasil de Barra é alvo de muitas críticas e denúncias pelo péssimo atendimento, se destacando como um dos piores da região. Não respeita nem os idosos, afirmar isso ainda soa como elogio para uma instituição, que não respeita a população e não sabe nem o que é cumprir a lei”, disse o cliente indignado.

De acordo com informações dos clientes que aguardavam atendimento nas filas, a norma também foi estendida aos finais de semana. “Ir ao Banco do Brasil é quase incerto encontrar os caixas eletrônicos funcionando ou com dinheiro, o que se tornou rotina não pode continuar”, desabafou outra cliente.

Uma aposentada pediu medidas mais severas. “Não adianta vereadores esbravejarem na Câmara, que nada irá se resolver. Está na hora da população tomar uma medida mais punitiva com essa agência, já que não há mais a quem recorrer”, afirmou a senhora.

A foto fala por mil palavras,  uma série de desrespeito à Lei das Filas. Falta de senhas,  problemas nos caixas eletrônicos; número ineficiente de funcionários, ambiente restrito, problemas que também fazem parte da rotina de quem depende dos serviços bancários tendo que enfrentar diariamente as filas intermináveis.

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