Dirigente de ONG do mensalinho baiano diz que foi perseguida pelo PT

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Correio 24h

Dalva Sele Paiva diz ter provas. Diz ter medo também. Presidente do Instituto Brasil e autora das denúncias que chacoalharam a reta final da sucessão no estado, Dalva está em Barcelona, na Espanha, para onde foi no fim de agosto, antes que pipocassem na imprensa as manchetes com graves acusações contra integrantes do alto escalão do PT no estado.

Todas no rastro da reportagem da Veja que lançou suspeitas sobre o candidato do partido ao governo, Rui Costa, o senador Walter Pinheiro, os deputados federais Nelson Pellegrino e Afonso Florense, além de servidores graduados da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Urbano (Sedur).

Em conversa com o CORREIO por e-mail, Dalva relata perseguições sofridas, segundo ela, pelos companheiros de militância petista, rechaça as acusações de que teria sido ‘comprada’ pela oposição e garante ter elementos suficientes para comprovar o que foi contado à Veja.

Descrita pelos amigos como uma pessoa “extremamente organizada e detalhista”, a presidente da ONG afirma que, na hora certa, entregará documentos que comprovam o envolvimento das pessoas citadas por ela em desvios de recursos do Fundo de Combate à Pobreza para construção de casas populares. Leia a entrevista completa no Correio.

 


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