Governo Federal dá oportunidade para universitários brasileiros estudarem de graça no exterior

Governo prorroga as inscrições para o Ciência sem Fronteiras

 

O programa Ciência sem Fronteiras anunciou no dia 29, a prorrogação do prazo de inscrição das novas chamadas para graduação-sanduíche. Ao todo são 20 países de destino: Reino Unido, Bélgica, Canadá, Holanda, Finlândia, Austrália, Nova Zelândia, Coréia do Sul, Espanha, EUA, Alemanha, França, Itália, Suécia, Noruega, Irlanda, China, Hungria, Japão, Áustria. O novo prazo para inscrições agora vai até 6 de dezembro.

A bolsa concedida aos candidatos selecionados custeará a permanência do aluno pelo período de até doze meses para realização de estudos em tempo integral. Além da mensalidade na moeda local, são concedidos auxílio instalação, seguro-saúde, auxílio deslocamento para aquisição de passagens aéreas e auxílio material didático, para compra de computador portátil ou Tablet.

Através desse programa, estudantes brasileiros das áreas de Engenharia, Tecnologia e Ciências que se inscreverem terão direito de cursar um ano em universidades do exterior, com todos os gastos custeados pelo governo. Isso inclui mensalidade da universidade, gastos com hospedagem, transporte e até materiais para estudo, como tablets, por exemplo.

Afora a prorrogação, outros dados também podem complementar e até serem ganchos para a pauta:

Muitos estudantes ainda desconhecem o programa ou não se enquadram nos pré-requisitos. Prova disso é que, já com dois anos de programa, nem metade das vagas disponíveis foram preenchidas – no total do programa são 64.000 bolsas, e apenas 30.690 foram implementadas até agora. No último edital, por exemplo, muitos países tiveram bem menos estudantes do que vagas disponíveis:

  • De 2000 vagas na Alemanha, apenas 896 foram preenchidas;
  • De 2500 vagas na Austrália, apenas 1746 foram preenchidas;
  • De 292 vagas na Coréia do Sul, apenas 44 foram preenchidas;
  • De 300 vagas na Finlândia, apenas 20 foram preenchidas;
  • De 2300 vagas na Hungria, apenas 1031 foram preenchidas;

Conforme a assessora do Grupo ATN (Australian Technology Network of Universities) –  grupo de universidades australianas que participam do programa, a ideia é informar os estudantes sobre essa oportunidade, as dificuldades e facilidades, principalmente agora com mais alguns dias de inscrições.

A interlocução com o Programa Ciência sem Fronteiras, inclusive para candidatos com dificuldades no acesso ao formulário de inscrições, deverá ser realizada via protocolo Fale Conosco.

Além da mudança no prazo para inscrição, outros itens das chamadas foram retificados. O edital completo, com suas alterações, encontra-se disponível na página do programa Ciência sem Fronteiras.

 


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