HO conscientiza população sobre o cadastro de medula óssea

Thianne Lira

Assim que soube da realização do Cadastro de Medula óssea no Hospital do Oeste, em Barreiras, Genivaldo Pereira aproveitou para se tornar um voluntário. “ Se eu posso ajudar a salvar uma vida, porque não?”, comentou Genivaldo.

Há seis meses, a Unidade de Coleta e Transfusão do Hospital do Oeste começou a realizar o cadastramento de doadores de medula óssea, que tem como finalidade integrar possíveis doadores de qualquer parte do mundo a pessoas que estejam na fila de espera por um transplante.

No dia nacional de transplante de medula óssea (27 de setembro),a UCT/Hemoba do HO vai realizar uma campanha de conscientização com colaboradores e acompanhantes de pacientes por meio da distribuição de panfletos, cartazes e orientações sobre o assunto. Até o mês de agosto foram 138 voluntários, uma média de duas pessoas por dia, número ainda considerado pequeno, haja visto que a chance de haver doadores sem parentesco compatíveis é de apenas 1%.

“Apesar de ser um procedimento simples, o principal entrave na conquista de novos doadores, é a falta de conhecimento da população, por isso, a conscientização é feita diariamente, principalmente com aqueles que já são doadores de sangue”, comentou Katrina Porto, coordenadora da UCT/Hemoba.

Para se cadastrar é necessário apenas que o doador tenha entre 18 e 55 anos e esteja saudável. O cadastro é feito na UCT/Hemoba que funciona no Hospital do Oeste.

A medula óssea é um tecido líquido que ocupa o interior dos ossos, responsável pela produção dos componentes do sangue. O transplante é indicado no caso de algumas doenças que afetam as células do sangue, como a leucemia.


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