Com falta de registro, 50% dos profissionais do Mais Médicos seguem parados

O Ministério da Saúde informou que espera mais agilidade nesta segunda leva

Aptos a trabalharem desde o último dia 22 de setembro, metade dos profissionais selecionados pelo Mais Médicos ainda aguardam a liberação dos registros provisórios para começarem a trabalhar. Segundo o Ministério da Saúde, até agora, 50% dos quase 650 registros solicitados foram concedidos. De acordo com o secretário de Gestão do Trabalho e Educação em Saúde, Mozart Sales, conselhos sinalizaram liberar os restante dos registros esta semana:

— Cerca de 50% está com registro concedido e em plena atuação, os outros 50% estão aguardando por parte dos conselhos o registro, temos a sinalização por parte de alguns Estados, que ao longo dessa semana ocorrerá a liberação desses registros, nós esperamos que se dê rapidamente, porque isso prejudica o atendimento a população.

O secretário disse que espera mais agilidade na concessão dos registros dos médicos da segunda leva. Segundo Mozart Sales, os casos mais difíceis estão sendo resolvidos pela Justiça.

— Nós estamos fortemente envolvidos no sentido de avançar para a concessão desses registros. Acho que a maioria dos estados, após o prazo de quinze dias, estão conseguindo entregar os registros, em alguns estados há resistência, a Justiça tem sido muito efetiva ao determinar, de maneira muito incisiva o real cumprimento da lei.

Segunda leva

Nesta segunda etapa foram selecionados 2.180 médicos. Do total de profissionais, 2.000 são cubanos, que chegaram ao Brasil ao longo da semana passada e foram acolhidos em quatro capitais brasileiras, 450 estão em Brasília. A capital brasileira também recebe  mais 180 profissionais de outras nacionalidades ou brasileiros que se formaram no exterior. Segundo o Ministério da Saúde, 55 nasceram no Brasil, 23 de diversas nacionalidades e 16 países de atuação.

Mais Médicos: governo gasta R$ 3,7 milhões com profissionais parados

Os médicos vão atuar em municípios com os piores índices de IDHM (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal), periferias de capitais e regiões metropolitanas.

Fonte: R7


Compartilhe:

Comentários: