Suspeito de participar de sequestro de menina se apresenta à polícia na BA

Foragido se apresentou na quinta-feira (22) e foi levado para Complexo.
Menina de cinco anos chegava em casa com a babá quando foi levada. 

Do G1 BA

O último suspeito de participar do sequestro da menina de cinco anos que havia sido levada em agosto deste ano em Salvador, se apresentou à polícia na quinta-feira (22). Na segunda-feira (19) um casal já havia sido preso pelo envolvimento no crime, que aconteceu no bairro da Pituba, área nobre da capital baiana

Ao se apresentar, a Coordenadoria de Operações Especiais (COE) prendeu o homem, que já tinha prisão preventiva decretada. Ele foi encaminhado à carceragem do Complexo Policial da Baixa do Fiscal e encontra-se à disposição da Justiça. De acordo com a polícia, o preso já tinha passagem pela polícia por roubo e foi apontado pelos comparsas como o sequestrador da garota.

O caso
Segundo a polícia, no dia 22 de agosto a criança chegava em casa com a babá após sair da escola, quando foi surpreendida pelo casal e por um comparsa, a bordo de um veículo branco. A polícia informou que após ter sido sequestrada, a criança ficou em cativeiro por dois dias, no bairro do Uruguai. Após o pagamento de um resgate, ela foi liberada nas proximidades de casa, no loteamento Aquarius, na Pituba.

De acordo com Maurício Barbosa, Secretário de Segurança Pública, o suspeito vendia água mineral no bairro onde o sequestro ocorreu e teria cometido o crime para pagar uma dívida. Segundo a polícia, além do dinheiro do resgate, algumas joias e objetos pessoais dos pais da criança também foram entregues aos suspeitos. Na terça-feira (20), o homem preso chegou a afirmar à imprensa que ele foi o único responsável pelo sequestro. Ele está custodiado na 1ª Delegacia, no bairro dos Barris.

A mulher dele foi encaminhada à Delegacia Especializada de Repressão a Crimes contra a Criança e o Adolescente (Dercca).

O delegado-geral da Polícia Civil, Hélio Jorge, afirmou que o bairro da Pituba é uma região visada por conta dos bares e restaurantes e por não se tratar de uma localidade de moradores com baixo poder aquisitivo. “É importante que tomemos sempre nossas medidas preventivas”, pontuou.


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